Carteira e saques
Toda vez que um consultor precisa abrir chamado para saber quanto tem a receber, alguém do seu time para o que estava fazendo. A carteira responde antes de a pergunta existir.
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A carteira
O que já dá para sacar, o que ainda vai liberar e o que já saiu no mês. O resto é extrato — e no extrato cada linha diz de onde veio.
O que passou do prazo de liberação e pode virar saque agora.
Comissão de pedido que ainda está no prazo de troca ou de confirmação do pagamento.
Comissão direta, bônus de equipe, premiação ou saque — com o pedido e o ciclo de origem.
Crédito de compra na loja, de frete e de pontos andam separados do saldo em dinheiro.
O saque
O consultor pede por Pix — CPF, e-mail, telefone ou chave aleatória — ou por transferência, com os dados bancários guardados no cadastro.
O financeiro vê a fila com bruto, taxa e líquido já calculados, confere a nota fiscal anexada e marca como pago anexando o comprovante. Cancelou? O motivo fica registrado junto.
Nada disso vive numa planilha paralela: fica no mesmo lugar que gerou a comissão.
O controle que protege o caixa
Operação que libera saque a qualquer hora vira refém do próprio fluxo de caixa. Aqui a janela é regra: dia e horário de abertura e fechamento, valor mínimo, taxa por saque e a exigência de estar ativo no ciclo.
O consultor enxerga a regra antes de pedir, então não existe a conversa de "pedi e não caiu". E o financeiro trabalha em lote, num dia previsível, em vez de pagar pingado a semana inteira.
Centro de distribuição tem janela, mínimo e taxa separados dos do consultor — porque o fluxo de caixa dele também é outro.
Quando a operação exige NFe do consultor, ela é anexada no próprio pedido de saque e some da pendência do financeiro.
O saque carrega a moeda do lançamento — necessário para quem opera em mais de um país com a mesma plataforma.
Na demonstração a gente configura a sua janela de saque, o mínimo e a taxa, e mostra o fluxo até o comprovante.